Bom dia pessoal,
Primeiro peço desculpas por demorar a postar as fotos da última visita, porque a máquina ficou desaparecida durante quase uma semana.
Achada a máquina fotográfica, seguem as fotos.
Esta visita foi muito interessante, tivemos voluntários visitantes como o irmão na nossa voluntária Alessandra Gianello, o Eduardo Gianello que participou ativamente, e deu conta de uma mesa cheia de crianças sedentas de atenção!
Valeu Eduardo, te esperamos na próxima!
Recebemos a visita também de outro voluntário o nosso amigo Fernando Holderbaum, que mesmo depois de ter praticado remo naquela manhã, e ter remado 25 Km, ainda teve energia para dar atenção para as crianças, e brinco com elas depois que a pintura acabou!
Valeu Fernandão!!
No mais a visita foi bem produtiva. Pintamos três camisetas e várias folhas, onde a criançada se esbaldou. Como sempre as declarações de amor às mães foi dominante nos temas artísticos. Um sinal de que o grande trabalho feito por estas mães sociais esta dando frutos, e tendo bons resultados. Parabéns mães sociais!
Vejam as fotos!
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Aldeias Infantis SOS.
Macro Engenharia
Parceiros Voluntários
Viagem do Maurício de da Mônica.
Gostaria de registrar quão legal foi estar lá neste sábado. Como o Gérson comentou, eu havia remado 25 Km neste dia, estava realmente exausto e com uma ótima “desculpa” para ir para casa dormir…. Mas não me deixei enganar pela tentação, e valeu a pena!
Chegando lá logo me chamaram para jogar futebol com alguns. Enquanto isto, vários vinham me mostrar os desenhos que tinham feito para as mães, muito legais.
Muitos me deram nozes para comer, recém colhidas de uma nogueira. Uma das coisas que mais me chamou atenção foi que havia um menino de aprox. 4 anos, que no início foi um pouco violento nas brincadeiras (queria brincar de lutinha, tiro, pontapé). Eu conversei com ele, explicando que não era legal brincar comigo e com os colegas dele desta forma. Ele ficava me olhando, olhando…. O mais impressionante foi que, 30 minutos depois, ele mudou sua atitude, e começou a brincar com carrinhos e uma guitarra, e até a dar abraços. Depois disto ele me olhava, parece que dizendo: “entendi o recado”. Senti naquele momento que minha presença realmente tinha valido à pena, que tentei acrescentar algo em um ser humano, que teve menos condições educacionais na sua vida, mas que felizmente foi encontrado pelas Aldeias SOS.